quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

A Receita Para Um Feliz Ano Novo


Há bem pouco tempo atrás estávamos comemorando a chegada do novo milênio.
Dez anos depois, fatos e imagens passaram como um raio na nossa frente e nos damos conta de que a primeira década foi embora.
O que fica como aprendizado? O que esperar desses anos que chegam?
O mundo de hoje se desenvolve na velocidade da luz, de um dia para o outro tudo muda e a tecnologia nos faz refletir que em mil novecentos e noventa e nove sequer imaginaríamos ao nosso alcance aquilo que usufruímos atualmente.
A vida tem sido assim, porque quanto mais se evolui maior é a velocidade dos nossos dias.
Nossas vinte e quatro horas são cada vez menores e somos obrigados a deixar para o dia seguinte coisas que seriam viáveis de realizar de imediato. Falta tempo, vive-se menos.
Aqui falamos de fetiches, entretanto ele não existe sem vida, sem o ser humano com suas virtudes e defeitos, sem alma, sem cor. Por isso, comemorar mais um ano de vida nesse planeta é fundamental, mesmo sabendo que no primeiro dia do ano novo começa tudo outra vez.
Essa semana um amigo me disse: “tomara que esse ano vá logo embora, pra mim foi uma merda”. Mas por pior que tenha sido o simples fato de estar vivo, sorrir, sofrer e até chorar não pode ser relegado e muito menos esquecido.
Então é hora de comemorar o que vai e receber de braços abertos um ano que abre a segunda década do terceiro milênio.
Que ele venha sereno, que plante consciência nas pessoas, que dignifique, que seja mais humano e, acima de tudo, que traga consigo alguns conceitos que há tanto tempo andam esquecidos.
E aos meus caros amigos fetichistas, aqui vai à receita para uma ceia de ano novo fácil de preparar e que deixará de queixo caído qualquer mortal que topar com esse prato.
Essa foi cortesia do meu querido amigo Joe de Ilinóis, mais conhecido por seu trabalho no site JB Roper.
Prepare os ingredientes com muito carinho e coma até se lambuzar.
Um feliz ano novo a todos que desde Junho de 2008 são responsáveis por uma de minhas maiores alegrias, todo vez que escrevo aqui neste blog.

CATCH YOU, CATCH ME II

Já que o assunto é receita, nada melhor que admitir a continuidade e seu valor.
“Eu te pego e você me pega” estará em cartaz Sexta, primeiro dia de 2010. Parece simples, mas quando duas amigas resolvem inventar uma brincadeira de bondage é um colírio para os olhos de quem assiste.
Na segunda versão de Catch you, Catch me, Irla faz sua estréia no Bound Brazil sofrendo deliciosas torturas sexuais de sua amiga Maria Julia. Com a criatividade a toda prova, Maria Julia aproveita-se do sono profundo de Irla para realizar suas fantasias.
Com dezessete minutos de duração, essas duas belas garotas em trajes de lingerie abusam das maravilhas que o fetiche de bondage é capaz de produzir.
Maria Julia opta por torturar sua amiga com pedras de gelo, cócegas e carícias, enquanto Irla uma vez no comando resolve passar batom nos lábios deixando centenas de marcas no corpo da colega.
Sensualidade, ação e aventura, os ingredientes perfeitos para essa receita saborosa.
Acompanha o vídeo um photoset de sessenta fotos com as melhores cenas.

Uma ótima passagem de ano e excelente feriado a todos!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Quando o Fetiche é na Medida Certa


Um dia você acorda diferente e descobre que esse será o dia perfeito.
De repente, ao chegar ao seu local de trabalho, encontra sua secretária como na foto ao lado. Está servido o banquete.
Mas se dá conta de que existe uma realidade além de seus sonhos e procura explicações para esse belíssimo cenário. E pra que? Se o mundo é azul por que mudar?
Aviso aos navegantes: nem pensar em tirá-la de lá, porque a cena é na medida certa.
O fetiche é mesmo uma manifestação incomum porque cria um elo entre o mundo real e o imaginário impossível de descrever. Vá tentar explicar como isso começa e aonde termina...
O fato é que se uma mulher está em perigo real e verdadeiro nada disso tem sentido ou razão, mas em se tratando de uma fantasia onde tudo é possível e os parâmetros pré-estabelecidos funcionam como um relógio Suíço pode ter certeza que a porca vai torcer o rabo.
Voltando à moça amarrada na cadeira em seu local de trabalho diante de seus olhos, a única reflexão possível de prever é que ela provocou a situação, tem plena consciência de que num simples olhar todos os seus desejos estariam expostos.
E mulher quando quer virar a cabeça de um pacato cidadão nem o diabo segura.
Porém, se pra toda ação corresponde uma reação (à altura) é chegada à hora de dar o troco.
Digamos que sua namorada ainda não experimentou uma boa sessão de bondage.
Ela está pronta pra tostar ao sol e a praia é o caminho certo. Então é o momento exato de pensar em alguma coisa inusitada, totalmente fora da rotina do dia-a-dia.
Exalando elegância e senhora de si, aparece na sala com um biquíni de dar inveja e nem irá perceber que seu instinto está a toda velocidade. Suas cordas devem estar prontas para serem usadas da forma mais criativa que sua mente desenhar e ela, mesmo reclamando a principio, viverá uma fantasia inesquecível e impensada levando-se em conta o local e a razão.
Completamente amarrada no sofá ela está a sua disposição para que as torturas sexuais mais sórdidas saiam do seu imaginário e se façam reais num estalar de dedos.
Provocando ou sendo provocado, o fetiche aflora e tem um contágio tão rápido e eficiente capaz de fazer inveja a qualquer epidemia. A transmissão é imediata e até quem nunca supôs viver essas emoções participa e se entrega sem medo.
Se não houver atos inconseqüentes posso garantir que o resultado é perfeito.
Versatilidade, troca, cumplicidade, são palavras chaves para que haja um entendimento completo entre duas pessoas adultas que querem viver uma aventura a dois.

Claro que a praia de sua namorada estará garantida, porque depois basta esperar uns minutinhos para as marcas das cordas desaparecerem e ela exuberante terá o sol a seus pés na praia mais próxima.
Evidente que sua colega de trabalho planejou tudo direitinho. Sabia de sua chegada, da possibilidade de estarem a sós e pediu a uma amiga íntima e confidente que a colocasse naquela cadeira a sua espera.
Viver uma relação fetichista é maravilhoso.
Planejar com carinho e cuidado cada detalhe é excitante.
Realizar é uma delícia.
Lembrar de tudo é pra sempre.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

The Adventures of Justine


The Adventures of Justine (em português: As Aventuras de Justine ou simplesmente Justine) é uma série de sete filmes eróticos/aventura produzidos para a TV, com Daneen Boone como a heroína Justine.
Justine é uma estudante e adolescente precoce; e o Professor Robson é professor membro da faculdade "Academia Topacre" para jovens superdotados. Justine juntamente com algumas das outras moças é enfeitiçada pelo professor bonitão.
Justine e o professor estão envolvidos em cada episódio com uma aventura arqueológica / erótica à la “Indiana Jones", com bandidos tentando roubar algum artefato antigo, mas, obviamente, estão mais interessados em raptar Justine para participarem de atos sexuais com ela. Justine sempre consegue de uma forma ou outra se manter virgem. A maioria dos episódios termina com a sugestão de que a aventura foi simplesmente um sonho ou fantasia de Justine.
Os valores de produção desta série são extremamente pobres, mas a maioria das pessoas concorda provavelmente que o elenco feminino, especialmente Daneen Boone, é escolhido a dedo. A freqüência com que as mulheres são amarradas e amordaçadas nos filmes torna a série como uma das favoritas dos bondagistas.
A série tornou-se amplamente conhecida no Brasil devido às reprises da Rede Bandeirantes no Cine Privê (sessão de filmes pornográficos exibidos nas madrugadas de sábado para domingo).
A baixa qualidade de locação de cenários, a pouca iluminação e até o elenco de segunda linha não tiram o apelo fetichista e a excelente atuação de Daneen Boone como uma autentica Damsels in Distress.
A idéia que se tem ao ver essa linda moçinha em apuros (veja no vídeo abaixo) é que ela nasceu com esse espírito que todo bondagista gostaria de ver. Seus gemidos e a luta constante para se ver livre dos inúmeros vilões, é a cereja do bolo.
Todos os filmes da série estão disponíveis em sites como o CD Universe ou Amazon.
Para os fanáticos, como eu, vale assistir todos eles e garanto que não haverá nada que decepcione, inclusive nas cenas eróticas.
Anotem os títulos dos filmes:
Crazy Love (1995)
Exotic Liaisons (1995)
A Private Affair (1995)
Wild Nights (1995)
Seduction of Innocence (1996)
In the Heat of Passion (1996)
A Midsummer Night's Dream (1997)
Com a diversão garantida e mais um final de semana prolongado chegando, dica melhor impossível.
Mais uma: alguns sites e blogs internacionais disponibilizam alguns episódios da série para download. Basta ter paciência e tempo sobrando.
O resto está na veia...

video

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Dias de Descanso


Uma oportunidade para tirar uns dias de descanso e reflexão.
Tempo de avaliar comportamento e atitudes.
Mas também é tempo de aproveitar dias de férias em meio às festas de fim de ano, e como não vou postar até a próxima segunda-feira, vale viajar pela imaginação e criar cenas de um final de semana de verão.
Na praia ou no campo bondage sempre cai bem. E por que não?
Claro que existem mil possibilidades para aproveitar esses dias quentes, sem esquecer, entretanto, de sair da rotina revivendo alguns dos momentos que nos causam incontáveis alegrias.
Então, não se esqueça de levar na bagagem seus equipamentos favoritos. Isso evita aborrecimentos ao constatar que algo importante foi deixado pra trás. Chega a cortar o tesão.
Procure os lugares diferentes daqueles que fazem parte de seu dia-a-dia, e nesse caso, as cenas externas são a pedida. Se houver exibicionismo entre seus “dotes fetichistas” é o momento perfeito, caso contrário, escolha locais onde não exista possibilidade de aparecimento repentino de pessoas estranhas. Preservar é a palavra de ordem.
Registrar esses momentos é fundamental e ainda que o rosto não apareça, fotos e pequenos filmes são obrigatórios em seu repertório. O relato por mais que forneça boas lembranças lá adiante, não se compara às imagens que revivem cada pedaço de sua aventura.
Relaxe, ouse, abuse da imaginação e deixe a mente livre para criar, assim a fantasia vai rolar solta e ficará somente a vontade de fazer tudo outra vez, num próximo fim de semana do verão que acabou de chegar.


REQUINTES DE PERVERSÃO

O vídeo só vai ao ar depois de amanhã, mas vamos contar aos assinantes do Bound Brazil como começa e termina essa história.
“Torturing you” é o filme dessa Sexta (25). Uma visita ao mundo BDSM com cenas mais fortes e picantes. Mistress Korva reencontra Sophia C e resolve argüir sobre seu comportamento relativo a um episódio recente. Só que os argumentos da malvada Mistress vão muito além de simples palavras, por isso, Sophia C entra em cena amarrada com fios elétricos e mordaça OTM (aquela que cobre os lábios).
E não pára por aí. Utilizando-se de pregadores e cera quente, tortura de forma inapelável sua prisioneira impossibilitada de qualquer tipo de reação. Sophia C é despida e humilhada por Korva enquanto dura seu desejo de vingança.
Para a galera que gosta de cenas sadomasoquistas a oportunidade de assistir a um vídeo muito bem elaborado e protagonizado por duas excelentes meninas em cenas totalmente reais, sem truques.
Com quinze minutos de duração, “Torturing you” foge um pouco a linha do site e atende a milhares de pedidos dos nossos assinantes que gostariam de ver essas cenas. Acompanha o vídeo um photoset de sessenta fotos onde se pode ver em detalhes todo o realismo do filme.

Gostaria de desejar a todos os amigos e amigas que acompanham o blog um Natal pleno de realizações, paz e alegria extensivo a todos os familiares.
Boas Festas e um excelente final de semana com cara de férias de verão a todos!

Até Segunda...

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Ser diferente


Ser diferente é olhar o mundo de uma maneira particular.
É acreditar em convicções sem se importar com opiniões e conceitos contrários.
É gostar de gostar sem medo, sempre sorrindo, sonhando, querendo, desejando.
Saber levantar a cada tombo, emendar o coração despedaçado por decepções e infortúnios.
Ser diferente é negar ser mais um na multidão, é ser ousado e pensar grande.
É não desistir nunca, perseverar em busca de um caminho que tem começo e não tem fim.
É entender e aceitar, persuadir e conquistar.
Fazer valer o pensamento em cada conversa e negar a outra face, sempre.
Ter sabedoria para lutar sem tréguas e voltar sempre à batalha jamais se dando por vencido.
Ser diferente é conhecer o coração alheio e entender seus anseios sendo simpático ainda que eles pareçam esquisitos.
Se mostrar mesmo escondido, e conhecer a si mesmo, exaltar as próprias virtudes e combater os defeitos. Ter liberdade com responsabilidade e fazer a escolha certa, sem medo de ser feliz.
Pensar antes de decidir, discutir, estudar e saber seus próprios limites.
Não desejar para o próximo aquilo que você jamais gostaria que desejassem a si.
Escolher os amigos, participar, vencer a timidez aos poucos.
Ser elegante e ter postura.
Virar as costas a olhares preconceituosos e encarar com alegria sua opção de viver.
Ser diferente é acima de tudo crer que a solidão não existe e a qualquer momento outros tantos diferentes farão parte da sua vida.
É esperar tentando, ter a noção exata que o próximo passo pode ser o caminho para a felicidade. É um dia descobrir que a fuga não cura feridas e aceitá-las porque elas farão parte da sua vida pra sempre.
É se abastecer dos sonhos e tentar seduzi-los a serem reais, tendo pleno entendimento que isso só depende de você.
Enxergar-se no espelho com orgulho e jamais se arrepender.
Acreditar que existe uma luz no fim do túnel e que dentro dele passa um turbilhão de afortunados que um dia chegarão ao mesmo destino. Beber na fonte e agarrar a oportunidade que a vida conceder.

Ser diferente é saber que a fortuna sorri aos audazes e só os fortes sobrevivem.
Ser diferente é acolher e ser acolhido.
É conversar com o travesseiro e tirar as lições do próprio pensamento.
Liderar e seguir.
Falar e ouvir.
Não se achar o dono da verdade, mas ter a sua versão preservada.
É não se imaginar o dono do mundo, mas deixar sua marca e não passar pela vida despercebido.
É ter criatividade e realizar seus sonhos sabendo onde estão os obstáculos a serem superados.
É viver em busca de um final feliz.
Ser diferente é sempre ter certeza que haverá uma segunda vez.
E ser fetichista é ser diferente.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Pompoarismo


Pompoarismo é um fetiche?
Pra ajudar, vamos à definição.
O Pompoarismo é uma técnica oriental antiga, utilizada por mulheres, que consiste em contrair e relaxar a musculatura do períneo, a fim de explorar com maior intensidade a satisfação sexual, tanto sua como de seu parceiro.
Os exercícios básicos consistem na contração vaginal e na sucção vaginal. Para o domínio da técnica são realizados com o auxílio dos ben-wa, que consistem em pequenas bolas ligadas através de um cordão de nylon, conhecidas também como bolinhas tailandesas (no caso das mulheres), e na contração na musculatura no esfíncter e dos músculos do períneo (no caso dos homens).
O Pompoar, no caso dos homens, está relacionado a levantar pequenos pesos, contraindo a musculatura do pênis a fim de obter melhores resultados sexuais.
Definido o significado chegamos à conclusão que se existe a pretensão de aumentar a capacidade de prazer durante o ato sexual, o Pompoarismo deve ser enquadrado como um fetiche.
A técnica do Pompoarismo nasceu na Índia e foi aperfeiçoada na Tailândia e no Japão. Os primeiros exercícios surgiram com uma transformação dos exaustivos exercícios tântricos preparatórios para o maituna (ritual do sexo sagrado). Essa transformação foi desenvolvida inicialmente pelas sacerdotisas dos templos da Grande Mãe para ser utilizada nos rituais de fertilidade. Com o passar do tempo a técnica foi se expandindo e tornando-se popular. Na Tailândia é costume passar a técnica de mãe para filha, assim como é costume que o futuro esposo pague um dote aos pais, e o valor depende da educação, dotes musicais e habilidades sexuais da futura esposa.
A conclusão é bem simples: praticantes de Pompoarismo têm o ponto de ebulição na excitação direta dos órgãos sexuais, assim como outro fetichista possui atração por partes do corpo (pés, seios, etc...), determinados tipos de práticas que atuam como agentes de estimulação visual e auditiva ou por roupas e objetos.
É plenamente possível interagir práticas sexuais orientais como sexo tântrico com bondage ou outra atividade fetichista. Vale lembrar que em ambos os casos a preparação antes do ato sexual é fundamental para obter o prazer por completo.

UMA NAMORADA CIUMENTA

Quem nunca ouviu falar em namorada que tenha um ciúme além dos limites?
Fomos buscar nessa conversa o tema do filme dessa semana no Bound Brazil.
Carlos é um fotógrafo de renome e em seu estúdio bem montado e impecável, tem um “caso” com a secretária (Suellem), ciumenta ao extremo. Quando Débora chega para seu ensaio, Suellem fica indignada com a atenção que o fotógrafo dispensa à linda modelo e interfere de tal forma atrapalhando o trabalho de Carlos. Indignado com a interferência da ciumenta Suellem, amarra e amordaça a secretária sob os olhares atônitos da bela Débora.
Com a situação controlada, Carlos aproveita o gancho e resolve criar um ensaio de bondage com Débora, que mesmo relutante e contra a vontade posa para a lente do intrépido fotografo e suas idéias fetichistas.

Com duração de quinze minutos, “A Jelous Girlfriend” está em cartaz hoje no Bound Brazil e marca a estréia de Débora em nosso site. Um photoset com sessenta fotos fantásticas fazem parte do pacote. Presente de Natal antecipado.
Vale conferir!

Um ótimo final de semana a todos.
Apesar da saudade que Buenos Aires sempre deixa quando vou embora, é legal estar de volta.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Uma Mulher Amarrada


Bom, procurei traduzir esse texto para o português de uma maneira que não alterasse muito o conteúdo, porém é interessante tentar assimilar como o fetiche mexe com os sentimentos de uma pessoa.

Por Facundo Olivares

Abri o link e me deparei com uma imagem: uma mulher jovem e bonita amarrada e amordaçada. Uma cena de terror e medo? Alguém passando por momentos de angustia e desespero? Não, a imagem e meus olhos deixaram clara uma relação que carrego comigo desde que comecei a entender sobre sexo, porque para mim aquela mulher atada significa a minha própria existência.
Um homem fetichista não tem do que se queixar passados mais de quarenta anos de vida, porque ainda que tenha esperado tanto tempo para ver seu sonho materializado, ele deve perceber que não importa os anos vividos antes de chegar até aqui, se o momento significa a realização de sua fantasia.
Embora se descarte as publicações que não compactuam com os nossos interesses, a internet abriu as portas para nos mostrar que havia luz além do horizonte e, em qualquer lugar desse planeta existe alguém que pensa da mesma forma, atua com os mesmos instintos.
Desfrutando as delicias que a imagem produziu em meu subconsciente, parto em busca de colocar em prática – meus planos sórdidos – e cheio de esperança acredito que a mulher da sala ao lado fará parte da minha aventura. Ledo engano. Passo a ter plena consciência de que a investida é o momento mais complicado.
Mas se cheguei até aqui, se assumi meus riscos, desistir seria impensável e não haveria possibilidades para qualquer recomeço. Então imagino que a mulher que fará parte de meu cenário vivo deve concordar em realizar não só a minha fantasia, porque tudo que somente a uma pessoa pertence não é capaz de ser enxergado por ninguém mais.
A chave que impulsiona esse motor é buscar na sua parceira aquilo que mais lhe agrada numa relação sexual, para depois tentar achar um lugar para o fetiche. Dessa forma, ela estaria inserida dentro do contexto e a conversa deixaria de ser solitária.
Viver uma relação fetichista é como viver um relacionamento que o mundo considera como normal, os altos e baixos são inevitáveis proporcionando dias felizes e noites de tristeza. É necessário conviver com esse problema como qualquer ser humano e deixar o fetiche para as horas onde ele deve se fazer presente. Ninguém muda em nome de uma tara sexual, porque temos nossas individualidades, duvidas e maus momentos.
Se um dia a relação terminar, não pense que seu fetiche estragou tudo ou que você não soube lidar com isso. Amores chegam e se vão, todos os dias e todas as noites. Mas o fetiche permanece até o fim de seus dias. Tenha a certeza de que ela vai embora com uma ponta de saudade incapaz de cicatrizar, e lembrará dos dias felizes ao lado de alguém e suas loucas fantasias maravilhosas.
Chega-se a conclusão de que viver cada momento como se fosse o ultimo é aproveitar cada pedaço que a vida nos brinda de regalo.


Facundo Olivares (Facu) é bondagista, gerente de operações de uma corretora e vive no bairro de Almagro, Buenos Aires, Capital Federal.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Diário de Viagem II


A partir de amanhã o blog será atualizado de Buenos Aires.
Embora em viagem de trabalho, sempre sobra um tempinho pra ver os amigos e o que rola em terras portenhas.
De repente uma entrevista, como da vez passada, porque sempre existe algo novo acontecendo no mundo do fetiche. Quem sabe, porque segundo meu grande parceiro Carlos podem pintar umas fotos de alguma aeromoça amarrada no banheiro do avião.
Aliás, seria uma grande idéia. Estaria criada a Air Bondage...
Mudando de um pólo ao outro, vale anotar as novidades que o Bound Brazil trás nesse final de ano. Novas modelos, vídeos inéditos e uma mudança radical de programação a partir de Janeiro. Agora as Terças haverá o que já foi batizado de Foto clipe. Sessenta fotos com um clipe de cinco minutos do photoset. Nas Sextas a programação segue a mesma, ganhando novos contornos e lindas garotas sempre com roteiros de muita ação e claro, bondage.
E qual será a novidade que meu amigo e fiel escudeiro Facundo anda aprontando pela Argentina?
Pois esse tema fará parte das matérias que estarão em pauta essa semana.
Então é hora de trocar idéias com “nuestros hermanos” para saber o melhor de nossa vizinhança.

Até lá, dois brindes de luxo:

Débora numa foto espetacular em hogtied.
E na segunda foto, uma cena de um dos vídeos que estará nas atualizações de Janeiro.
Podem conferir.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Fetiche e Sensualidade


O que passa na cabeça de uma linda mulher quando chega em casa, vinda da balada, e encontra sua amiga dormindo?
Com uma arma na mão e recheada de más intenções ela se sente capaz de expressar tudo aquilo que talvez estivesse escondido, em gestos e atos.
Ela tem o controle absoluto de tudo.
A amiga desperta em roupas íntimas e é obrigada a amordaçar a própria boca. Recebe um par de algemas, se prende a elas ficando indefesa e à mercê das loucuras que ainda vai experimentar.
Sensualidade, domínio, iniciativa e o sonho realizado de maneira completa.
Toques eróticos, tortura com pedrinhas de gelo, beijos ardentes, podolatria. São intensos minutos em que se confessa excitada com as reações de medo nos olhos da amiga.
O fetiche tinha que ser “tomado à força”, sem aviso prévio, sem consentimento, embora no fundo soubesse que havia uma bomba prestes a explodir. Não poderia ser de outra forma, tinha que haver um “clima” e um começo diferente.
Assim, ela realiza a fantasia e chega o momento de deixar que sua amiga se expresse por conta própria. Ela retira a mordaça, abre as algemas, solta a tira que lhe prendia os pés e espera retribuição.
Mas o que vem em seguida é a sede de vingança.
De posse da arma que ela por descuido deixou num canto jogada, a amiga troca de lado e busca comandar as ações. Repete todo o ritual seguindo à risca a cartilha que lhe foi ensinada.
Toma os mesmos procedimentos e tem a chance da revanche.
Tão suave como a idealizadora da cena, ela é mais intensa e dá mostras de conhecer os caminhos e mistérios que o fetiche é capaz de desvendar.
Assume desejar a relação há tempos e dá inicio a uma sessão de bondage com extrema sensualidade e competência.
E como termina essa história?
Bem, esse final fica reservado aos assinantes do site Bound Brazil que serão brindados por essa aula de bondage, realizada entre duas lindas mulheres (Terps e a estreante Lisa), que estará disponível esta noite.

“Catch you, Catch me” é o titulo desse filme com cerca de vinte minutos de duração que mostra sem cortes e com clareza o que duas mulheres fetichistas são capazes de fazer numa cena de bondage perfeita.
Fetiche e fantasia são ingredientes de uma receita saborosa e funcionam muito bem quando estão entrelaçados, por isso vale a pena assistir essa obra que classifico como uma das melhores que elaborei e produzi.
Para os que querem ver e guardar os detalhes, um photoset de sessenta fotos com as melhores cenas do vídeo também está disponível.
Dirigir as meninas foi fácil, elas protagonizaram com categoria e não combinaram nada, tudo rolou de forma espontânea. Um excelente trabalho com duas câmeras sob a batuta da Lucia Sanny e uma edição impecável do Evandro Ynno.


Esse tinha que valer o registro!
Uma dica: assista ao trailer desse filmaço repleto de fetiche e sensualidade.
http://www.boundbrazil.com/interna.pl

Um excelente fim de semana a todos.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

The Better Built Bondage Book


Sexo é uma indústria das mais importantes e com os tabus sobre práticas sexuais e os prazeres que algumas vezes são discriminados todos os dias.
Mas o sexo bom não sai barato e brinquedos de qualidade são difíceis de obter. Este livro que funciona como um guia mostra aos leitores como para criar brinquedos sexuais BDSM de alta qualidade por conta própria.
Com surpreendentes 1400 fotos, imagens e ilustrações, este guia é tudo que o leitor precisa para criar os seus próprios objetos de prazer.
Essa é a propaganda oficial desse livro lançado esse ano e faz grande sucesso pelo primeiro mundo, onde ainda existe bastante tabu e preconceito com atividades de BDSM.
Com a palavra Douglas Kent, autor desse manual prático que ensina a criar com facilidade e materiais de fácil aquisição os melhores brinquedos para esquentar sua festa BDSM.

Olá! Meu nome é Douglas Kent e eu sou o autor do The Better Built Bondage Book.
Eu comecei a escrever esse livro porque eu queria construir meus próprios brinquedos para as minhas práticas de BDSM. Equipamentos seguros, de alta qualidade, divertidos e percebi que não conseguia encontrar forma clara e bem ilustrada de como fazê-los.
Escrever o livro me tomou cinco anos e meio.
O livro é absolutamente repleto de informações, planos, direções e muitas imagens. Também existem toneladas de idéias para personalizar o seu brinquedo exatamente para atender o seu prazer.

Você provavelmente nunca ouviu falar muito sobre a Better Built Bondage Book – porque, infelizmente, livros como este não recebem a atenção da imprensa. Talvez você tenha chegado até aqui indicado por um amigo ou um site de notícias ou até por um motor de busca qualquer.
Espero que este livro possa convencê-lo de que é possível construir brinquedos sexuais grandes que você quer e ainda poupar uma tonelada de dinheiro. No entanto, eu não sou realmente um bom vendedor e também não gosto de exagerar. Porém, recebo regularmente e-mails de pessoas felizes e realizadas após terem comprado o livro.
Existem citações a esse respeito na parte superior e inferior de cada página.

Se você nunca fez um brinquedo em sua vida, eu tenho certeza este livro irá capacitar você a ter a confiança para tentar (e ser bem sucedido, também). Se você é um artesão especialista, você vai aprender novas técnicas e ficar pronto para elaborar brinquedos grandes e móveis portáteis que provavelmente é mais resistente e mais compacto do que qualquer coisa que você já viu.


Bem, ainda não li o livro embora tenha encomendado no site da Amazon. Não é um livro barato, custa U$ 79.78, mas trás um tema interessante.
Não é fácil encontrar esse tipo de equipamento disponível na primeira loja da esquina e se existir a vontade de criar algum, mesmo pelas mãos de profissionais em carpintaria ou ferragens, por mais explicito que seja na hora da encomenda, nada melhor que um bom guia prático ilustrado para apontar o modelo e fabricar imediatamente.

Aos interessados aqui vai o link:
http://www.amazon.com/gp/product/0973668806/ref=cm_rdp_product

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Clássicos: “Double Damsels”


Anos noventa, a época de ouro da Harmony Concepts.
Escolhi um clássico que retrata o desejo de muitos bondagistas que curtem vídeos ligados ao fetiche com a participação de mais de uma modelo, sempre com a possibilidade de uma boa revanche.
Esse vídeo dirigido pela polivalente Chelsea Pfeiffer vai direto ao ponto e apresenta belas bondagettes como meninas em apuros e, logo em seguida, provando do doce sabor da vingança.
O elenco reúne duas musas daquele tempo: Kelly Ashton e Brandi Lessur.
Estrelas da companhia quando ainda não se falava em Internet, protagonizam cenas excelentes de puro bondage. Meigas e ao mesmo tempo malvadas quando necessário, dominam e são submetidas por intensos trinta e cinco minutos.
Vários vídeos foram produzidos pela Harmony com esse conteúdo, proporcionando uma série chamada de “duos” num total de dezoito filmes. Embora com enredos coincidentes, essas tramas tinham direção diferente, o que simbolizava a diversidade de conteúdo, fora a participação de variadas modelos e cenários.
Ainda que um filme de bondage seja produzido totalmente dentro de um estúdio de dimensões reduzidas, o vigor apresentado na atuação das meninas sempre foi e continua sendo o diferencial. Se existe identificação com a cena elaborada pela direção por parte de quem atua, a historia será realizada com êxito e o espectador terá total entendimento do o que é sugerido.
Quando se fala em clássicos há que ser levado em conta o fator tempo e tecnologia, assim, mesmo sofrendo processos de revitalização a qualidade desses vídeos não supera vinte por cento do que é produzido nos dias de hoje.
Isso acontece com o cinema e suas produções quase seculares, porém o publico que procura por essas raridades deve estar ciente de alguns detalhes para ter total conhecimento do que está adquirindo.

Para ver os clássicos da Harmony Concepts basta acessar:
http://www.harmonyconcepts.com

Para ter acesso direto ao vídeo Double Damsels e a outros da série “duos” clique:
http://www.harmonyconcepts.com/www/rsite/dvd_index_abc.htm

Vale a pesquisa e o conhecimento de como tudo começou.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Bondage: Suspensão


Esse assunto tira o sono de muito bondagista e encanta as garotas que gostam de ficar amarradas. Pode anotar e conferir: durante uma cena de bondage quando a menina está suspensa ela chega a curtir o fetiche com mais intensidade que o próprio bondagista autor da proeza.
E é uma onda mesmo. Um misto de façanha realizada e um prazer difícil de descrever de quem se vê pendurada num belo trabalho de cordas.
Claro que existem os riscos e um bondagista deve estar preparado para realizar esse trabalho com as cordas. Primeiro verificar onde a menina será suspensa, se há segurança e a barra pode suportar toda a carga que será ali amarrada.
Explique-se: é normal que logo no começo de uma cena de suspensão exista uma apreensão de quem se vê sem contato com o solo e totalmente impossibilitada de defender-se com as mãos em caso de uma queda. Porém, quando a pessoa suspensa se sente segura, solta o corpo de tal forma que chega a dobrar o peso sustentado.
Portanto, uma penca de cuidados são requisitos fundamentais para fazer bondage com suspensão.
Além da boa base que vai sustentar o corpo suspenso, o uso de cordas de nylon é totalmente desaconselhável, porque podem deslizar e provocar um grave acidente. Procure usar cordas de algodão cru, cânhamo ou até de sisal, embora provoque assaduras na pele durante a suspensão. Os nós devem ser firmes e apertados somente na própria corda, nunca no corpo de sua parceira. Jamais faça laçadas próximas ao pescoço ou utilize demasiada pressão no peito ou na parte do estomago. Podem causar falta de ar e enjôos com facilidade.
Suspenda pelo quadril, e para buscar uma postura reta use um espaçador de madeira ou até PVC ente os cotovelos onde deverá ser amarrada a corda que sustenta o dorso. Tome o mesmo procedimento para a parte das pernas suspendendo pelas coxas.
Dessa forma ficará garantido certo conforto, a liberação de movimentos laterais por quem está suspensa e uma “estranha” liberdade de sua parceira mesmo estando totalmente imobilizada.
Hoje no Bound Brazil você pode conferir um set com sessenta fotos da linda Terps numa cena de suspensão realizada Sábado passado. Através do olhar fotográfico da Lucia Sanny é possível ter uma idéia de como tudo isso se processa, desde os primeiros nós até a suspensão completa.

Um agradecimento mais que especial à minha parceira Mistress Korva que muito ajudou para a realização dessa tarefa, à Terps e toda a galera do Bound Brazil. Foi incrível, desde a montagem da cena até a gostosa satisfação dessa fetichista de primeira grandeza que há muito me cobrava esse trabalho.
Na canja de hoje aqui no blog duas dessas fotos ilustram essa matéria sobre um tema que muita gente admira e tem loucura de experimentar. Seguindo a cartilha de segurança qualquer um se habilita a realizar essa cena. É preciso disciplina às regras e vontade, porque o resto está na veia bondagista de cada um.
Valeu Terps!
Te devia essa...

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Sex Toys


Não há quem resista a uma vitrine de sex shop.
Ainda que não seja fetichista de carteirinha qualquer pessoa se encanta com os brinquedinhos oferecidos por estas lojas.
Desde calcinhas cheirosas, bolinhas que estouram no contato sexual a instrumentos sadomasoquistas, os sex shops representam o sonho de consumo de casais que desejam deixar a mesmice de lado.
Basta presentear sua amada com um bela lingerie e esperar por uma noite perfeita. Como diz um amigo meu: “é sucesso garantido...”.
As opções são tantas que até os mais tímidos podem entrar nessa onda sem constrangimento, porque pela internet é possível ter acesso aos catálogos, escolher seu produto preferido que é entregue à domicilio em discretas embalagens.

A receita é simples: deixar a vergonha de lado. Em casa, no motel, onde quer que seja.
Saber qual desses brinquedos fará o efeito que você imagina, conhecer o desejo da parceira, são requisitos fundamentais para obter o prazer esperado.
Foi-se o tempo em que brinquedos eróticos eram um tabu. Hoje, é comum encontrar mulheres com a bolsa cheia de bolinhas tailandesas, óleos, cremes e até algemas, algo que sequer passaria pela cabeça do maior dos vanguardistas há alguns anos atrás.
Pois o futuro enfim deu o ar de sua graça e é por aí que as coisas precisam evoluir, mesmo ente quatro paredes.
Aqui no blog eu falo de bondage e dou dicas de como conseguir prazer através de uma brincadeira entre pessoas adultas. A idéia é tirar coisas de dentro da imaginação para o mundo real. Assim, da mesma forma, deve ser encarado o mundo dos sex toys.
Anote alguns endereços e boas compras!








Sex shop especializado em artigos fetichistas: http://www.fetichesexshop.com.br/

Sex shop com todas as tendências: http://a2rio.com.br/

Essas duas dicas estão no Rio de Janeiro, mas basta pesquisar que haverá sempre um bem próximo com boas opções.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Eletroestimulação


É normal encontrar em cenas sadomasoquistas pequenas engenhocas que disparam descargas elétricas de baixa freqüência com o sentido de estimular partes erógenas do corpo.
São os chamados eletroestimuladores eróticos.
E como isso funciona e quais os riscos?
Bom, a PES electro (http://www.peselectro.com) desenvolve esses equipamentos com total controle de segurança e os coloca à venda no mercado. Pelo valor de U$ 259,95 é possível adquirir esse aparelho para ser utilizado em sessões de BDSM.
A estimulação alcançada com o uso desses brinquedos elétricos, não significa risco de uma descarga elétrica que possa ferir a quem recebe esse estímulo, o máximo que esses aparelhos produzem é uma espécie de formigamento para prolongar a excitação e obter um orgasmo longo e satisfatório.
A resposta com o uso do estimulador nada tem a ver com os efeitos de um vibrador. Eletrodos sensíveis são acoplados a maquina e com uma espécie de chupeta aderente ao corpo provocando leves descargas que causam delírios em quem se submete.
Quando usado com a combinação certa dos eletrodos segundo as configurações, é possível levar um homem a ejaculação de mãos-livres (ou amarradas?), ou seja, sem tocar no pênis e ao mesmo tempo prolongar o orgasmo real, e até mesmo provocar o primeiro orgasmo de uma mulher ou ainda múltiplos.
Pode parecer surreal, porém milhares de usuários dessas geringonças acreditam piamente em seus efeitos e os classificam como devastadores.
Agora fique atento aos conselhos do fabricante: “o uso erótico da eletroestimulação funciona também para melhorar sua experiência masturbatória. Adicione um pouco de energia ao seu preâmbulo, ou "torture" seu submisso (a) favorito. O PES Power Box permite a você ou ao seu amante o controle total do prazer e te dá resposta imediata na busca do aperfeiçoamento do orgasmo”.
Pois é, noves fora a propaganda essencial para vender seu produto, a PES garante de pés juntos que a maquininha funciona a todo o vapor como um combustível a mais na sua relação fetichista.
Alguns praticantes de BDSM criam seus próprios instrumentos de eletroestimulação, mas há que estar atento a alguns detalhes consultando um especialista, principalmente quanto ao isolamento e amperagem que pode ser empregada.
O preço desse aparelho da PES não é barato e ainda deve ser calculado o imposto da importação, mesmo pelo correio. Entretanto para sadomasoquistas que gostam desse tipo de prática vale muito mais a pena ter um equipamento confiável e garantido, e melhor, que pode ser usado por várias vezes.

FELICIA BONDAGE EXPERIENCE

O titulo é longo e a experiência idem.
O filme de hoje do Bound Brazil não mostra um enredo tipo “damsels in distress”.
O vídeo trás uma nova modelo do site em seu primeiro trabalho. Felícia experimenta o fetiche de bondage e coloca o assinante frente a frente com uma bela mulher passando pela primeira vez por essa fantasia, sem nenhum preparo ou roteiro pré-elaborado.
Uma produção diferente que agrada a muitos praticantes e admiradores de bondage com dezessete minutos de duração.
Acompanha um photoset com setenta e cinco modelos do site em poses inéditas que não constam de seus álbuns nos arquivos.
Excitante e diferente. Esse vale a pena salvar em HD.


Você pode ajudar nosso blog a figurar entre os mais visitados no quesito adulto e fetichista. Estamos defendendo o primeiro lugar por votação essa semana.
Para votar no Bondage & Fetiches acesse: http://www.xxx-devils.org/
Vale votar todo dia. A briga é boa e conto com seu voto!

Um excelente final de semana a todos!

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Bondage: Como Começar?


Tudo começou através de mensagens trocadas no twitter.
A Thamara falou de sua louca vontade de praticar bondage, mas precisa saber como começar.
Primeiro é preciso saber o papel no jogo, sim, porque bondage é um jogo, uma fantasia entre pessoas adultas que buscam novas aventuras nas relações sexuais.
O diferencial de um jogo de bondage é que tanto faz qual dos dois seja a figura, digamos assim, dominante. Você pode amarrar ou ser amarrado, depende única e exclusivamente da sua vontade.
E o que você deve fazer ao ter a parceira amarrada?
Ou ainda, o que você gostaria que lhe acontecesse ao estar indefesa?
O instinto vai falar mais alto e as coisas vão ocorrer de acordo com o tesão.
Como gosto de love bondage, aqui vai à dica que você pediu.
Ao imobilizar alguém e ter o total controle da situação exige que sua criatividade seja posta a prova, portanto é melhor dar o máximo, se exceder mesmo, só assim quem está à espera de algo fora da rotina pode buscar o clímax.
Se for a primeira experiência comece por vendar os olhos, dessa forma aumenta a adrenalina em quem está com os movimentos restritos. A falta da visão cria o mistério.
Com um pote de óleo de amêndoa ou um creme corporal você pode iniciar uma massagem com a ponta dos dedos. Passe bem de leve ao redor do pescoço e desça até os pés. Massageie devagar, nada de movimentos bruscos que produzam efeitos de relaxamento muscular. A onda aqui é relaxar a parceira.
Não lambuze o órgão sexual de óleo ou creme. Lembre-se que você vai precisar dele com o sabor original porque o sexo oral é a sua próxima parada.
A partir desse ponto você deve escolher os próximos passos de acordo com o que foi previamente combinado. Deve haver consensualidade quando existe uma atividade fetichista, por isso se seu desejo é de causar ou sentir dor durante uma fantasia, já não existirá o conceito de love bondage.
Entrariam em cena toda uma série de brinquedos sadomasoquistas, como consolos, chicotes e velas.
Praticar uma fantasia sexual não é um bicho de sete cabeças, basta ter idéias e vontade de fazer. Algumas pessoas usam trajes específicos e outros acessórios para enriquecer o ambiente, porém o mais importante é a comunhão entre o desejo e a realização. Aí sim haverá uma satisfação incontrolável com gosto de quero mais.

Bom Thamara, agora que você já sabe como começar uma deliciosa brincadeira de bondage, escolha a que melhor se encaixa em sua fantasia e vá em frente sem medo ou vergonha de tentar.
Eleja a pessoa certa, o local mais aconchegante possível e, principalmente deixe tudo do lado de fora. Concentração é tudo quando você se propõe a realizar uma fantasia. Viva cada instante porque na certa não faltará vontade de fazer outra vez.
Você pode escolher também de que lado quer estar nesse jogo.
Gostar das duas coisas não é nenhum demérito, porque a maioria das pessoas adora experimentar as duas faces da moeda.
Bondage é isso, o que vier a mais fica por conta da sua imaginação.
Let’s get it started?

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Mes Que Mai


Minha origem é espanhola e embora nada tenha de Catalã essa frase tem um significado especial e atrativo. Significaria dizer em Castelhano “más que nunca”, ou seja, algo que está acima de tudo.
E esta é a ótica de um amigo médico apaixonado por gesso. Pra ele ser um gessólatra está acima de qualquer coisa, até do bem e do mal.
Ao ler meu artigo de ontem me relatou um fato curioso e interessante.
Há alguns anos atrás, entrou em parafuso em busca de uma parceira que aceitasse a sua escolha fetichista e a conseqüente condição sexual. Como um bom gessólatra a transa perfeita é imobilizar os braços e pernas da companheira com gesso durante o ato sexual.
Parece simples, mas está bem longe disso. Se para um podólatra algumas vezes é complicado explicar a preferência pelos pés, imagine como um cara com essa tara poderia tentar uma aproximação?
Bom, mas ele é médico e sabe o que está fazendo, porém o detalhe carrega toda a angustia e incerteza que complicam a confissão na hora H. Mesmo os fetichistas são reticentes a determinadas práticas, por medo, por achar complicado a troca de prazer através de certas circunstancias. De fora do meio então é como catar agulha num palheiro, estar pronto para possíveis rejeições algumas vezes veementes.
Aí que entra a frase que dá titulo a matéria de hoje, porque o impossível só existe até que alguém desafie a impossibilidade.
Pensando assim, ele foi à luta sem trégua encontrando parceira justamente nos lugares citados ontem por aqui. Com muito jeito convenceu uma garota de programa a aceitar suas condições e viveu dias inesquecíveis.
Mas não pensem que foi fácil e como ele mesmo relata teve mesmo que suar a camisa e arregaçar as mangas para conseguir o objetivo. Disse que se aproximou aos poucos, obteve confiança para através de degrau em degrau alcançar o que desejava.
Com a palavra o doutor:
“Antes de tudo passei a ser - cliente. A conheci numa boate aqui no Rio de Janeiro e apostei minhas fichas pelas nossas conversas preliminares. Trocamos telefone e fiz questão de deixá-la saber da minha capacidade profissional, afinal um médico passaria a confiança necessária para a realização da fantasia, embora reconheça que outra pessoa dotada de habilidade através de cursos de auxiliar de enfermagem também possa fazer sem problemas. Mas mesmo assim não foi fácil e todo esse trabalho de convencimento quase vai por água abaixo, ainda que começasse engessando as mãos e os pés até atingir o que eu queria”.

Esse relato apenas corrobora com minha opinião quanto a uma virtude que deve nortear todo fetichista: persistência. Além disso, toda a paciência do mundo se faz necessária para conseguir o objetivo. Lembre-se de que para quem nunca escutou falar em certas fantasias o primeiro contato é fundamental, porque haverá de ser vencido o medo e a desconfiança.
O “cast fetish” ou o fetiche por gesso assim como toda e qualquer atividade fetichista deve ser exposta com sabedoria para que a apresentação da prática não se transforme em algo inaceitável, fazendo com que exista uma exposição vexatória de seus sentimentos.
Comer pelas beiradas, essa é a tática perfeita, como um grande amigo podólatra faz questão de dizer: “começo por fazer massagens nos pés, daí a beijá-los é um pulo”.
O fetiche só é legal quando vale à pena e quando advém de uma conquista difícil e perseverante aumenta mais ainda a satisfação de realizá-lo.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Melhor que um Conto de Fadas


Sonhar é grátis, mas realizar esse sonho normalmente tem um preço.
Nem sempre esse parâmetro pode ser medido pelo aspecto monetário, embora algumas vezes sim. Senão vejamos.
O sujeito freqüenta festas fetichistas, participara de workshops e na hora do vamos ver não arranja quorum, automaticamente se vira como pode. Como companheira apenas a gélida parede de azulejos no banheiro. E como fica?
Nessas horas as damas de aluguel são as melhores opções.
Um bom papo nunca é demais e o que é previamente combinado não sai caro e nem barato, apenas justo. Pronto, realizou a fantasia desejada...
Agora o advogado do diabo: não construa castelos de areia ou contos de fadas a partir desse ponto ou o distinto cidadão dará literalmente com os burros n’água.
Fetiche é paixão, é vontade louca, chega a ser um vicio, e por isso, há que separar a paixão pelo fetiche da paixão por quem pratica em conjunto. Porque isso só funciona quando há reciprocidade e no caso que estamos falando existe uma clara relação comercial.
Mas pode ocorrer o contrário? Claro que sim, já vi e presenciei inúmeros casos ao longo da vida, fora os que se tem noticia. Por que não?
Seria como estar no dia certo e na hora exata. Ela topou participar da brincadeira e de repente se apaixonou pela idéia, descobriu um caminho, gozou como nunca, foi com a cara do sujeito. São inúmeras possibilidades e a vida está cheia de surpresas pra acreditar, sempre.
Caso tudo fique apenas numa noite de fantasia realizada e só, contente-se, mas não saia dessa com cara de infeliz, de derrotado, lembre-se que foi assim que tudo foi planejado e o final era mais do que previsto.
Ela não vai ligar no dia seguinte, terá sido apenas mais uma aventura dentre tantas que um dia ela vai se lembrar ou contar, mas você terá cada cena fotografada dentro da lembrança e, finalmente poderá se considerar como tendo a fantasia realizada.
Fetichista não encuca, exterioriza...
Pode ser que após umas três ou quatro noitadas você se julgue capaz de realizar a mesma fantasia com alguém especial, uma pessoa que divida contigo e que esteja a fim de entrar de cabeça no mesmo universo. Então valeu a pena.
Conheço pessoas que apregoam ojeriza a esse tipo de relação. Elas têm o direito de não gostar, mas mesmo assim eu pergunto: que mal há nisso?
É preciso cuidado também para não enveredar sempre pelo mesmo caminho, ou seja, tudo na vida tem um limite e pode atrofiar sua causa justa e deixá-la restrita a encontros ocasionais, combinados e pagos.
Portanto, continue sonhando e quem sabe na próxima festa ou encontro fetichista a alma gêmea apareça de onde menos se espera?

AGORA SIM!

Alô galera de Santa Catarina anote essa.

Agora sim está tudo pronto: local definido, preços, horários das turmas à noite durante a semana e das turmas aos sábados para dezembro/2009, janeiro e fevereiro de 2010. Até o menu do coffee break já foi preparado! Então, amores, ajudem a Lady a divulgar por todos os meios que vocês considerem apropriados e eficientes.

Valeu Lady Vulgata. Essa eu assino embaixo!

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Perdição Politicamente Correta


Noutro dia alguém se dizendo universitário em busca de um trabalho jornalístico, me perguntou sobre esse negócio de abraçar causa, dar a cara a tapa, assumir, enfim escrever um blog na internet simplesmente pela vontade de dizer o que se pensa.
Claro, pode parecer simples, mas não é bem assim.
Nada aqui é politicamente correto, aliás, sequer passa isso pela minha cabeça, porque escrever e divulgar o fetiche é muito mais uma questão pessoal do que qualquer outra razão.
Não existe patrulhamento desnecessário ou a intenção de incutir na mente alheia que fetiche é bom pra cacete e todo mundo deveria praticar. Nada disso, o que há é a vocação de ter um canal de debates, de informação, e porque não dizer entretenimento, onde apenas os interessados encontram aquilo que procuram. Qualquer indagação fora desse contexto é pura especulação.
Seria idiotice da minha parte negar que também divulgo meu site e meu trabalho, afinal é a velha retórica de uma mão lavando a outra, ou não?
Se ser fetichista é abraçar a perdição então estou perdido amigo.
Procuro falar de tudo que está relacionado com a questão fetichista, embora tenha as minhas preferências, e prego o respeito por todas as manifestações sejam elas quais forem desde que haja responsabilidade e consentimento. É assim que deve ser.
Por tudo isso não quero rótulo, detesto isso. Acho piegas demais essa conversa que meu blog é do caralho porque tenho tantos mil acessos.
Se todos os acessos nesse um ano e meio fossem de fetichistas a vida seria um paraíso...
Porém pode acontecer uma pedra no caminho do curioso e vá lá que ele tropece nessa pedra que está escrita aqui? Então a porta estará aberta, porque ele estará encontrando o que procura. Está no titulo, nos sites de busca.
Se o internauta digita alguma palavra e por coincidência vem parar por essas bandas a ele restarão duas opções: ler ou deletar. Simples.
Daí eu me apego nesse conceito, porque se procuro determinado assunto na internet e vou parar em algum lugar que não me agrada, vou proceder dessa forma, pode ter certeza. Jamais meteria o sarrafo em opções de vida não condizentes com as minhas.
Isso é politicamente correto.
Mas o cara segue com as perguntas mais cretinas e incríveis sobre as fantasias que eu escrevo como dica nas matérias. Quer saber se tudo que falo sobre bondage eu já realizei.

Se a pergunta vem de um fetichista tenho o maior prazer em responder, mas de uma pessoa que só sabe apregoar falso conceito moralista sobre a vida dos outros acho melhor deixar que ele mesmo descubra. Por quê? Das duas uma, ou tem um fetichista escondido dentro dele prestes a explodir ou está de gozação com minha cara.
A dica da fantasia só atinge quem sente vontade de tentar para obter prazer e esse não é um blog de reportagem ou canal de fofocas.
Fetiche é como aquele sapato que só cabe na gente.
E onde está o prazer de ver uma mulher amarrada?
Essa pergunta cabe a milhares de pessoas que assim como eu nasceram gostando de bondage.
E qual a graça de gostar de pés?
Talvez os podólatras tenham a resposta na ponta da língua, e por aí vai...
Mas sabe que mais?
Vá lamber sabão!

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Loucos por Algemas


Acima de tudo é uma questão de gosto e como fetiche é um prazer acentuado por determinada fantasia ou objeto, os adeptos de mulheres algemadas estão por aí espalhados na rede sempre em busca de novidades.
Já falei desse assunto há muito tempo atrás, porém sempre é bom relembrar e dar a dica certa para quem gosta. O fotolog algemadas é um desses lugares que funciona como uma fonte inesgotável desse tema. Divertido, sensual e sempre atualizado mostra através de belas fotos o que nenhum texto é capaz de traduzir.
Se o fetiche bate mais forte por mulheres algemadas, anote o endereço: http://www.fotolog.com.br/algemadas
E já que a conversa vai por esse tom, nada melhor que comentar sobre o filme de hoje do Bound Brazil: Discovering Bondage (Descobrindo Bondage)
E por quê? Porque a história começa através de uma brincadeira entre duas amigas curiosas em experimentar o que lêem em revistas sobre pessoas que gostam de sexo com fantasias. Daí surge um par de algemas nas mãos de Jackie que tenta convencer sua amiga Sally Pepper a participar da experiência.
Assim que é algemada, Sally tem os pés amarrados ficando impossibilitada de reagir face ao que sua amiga lhe impõe. Reclama, pede que a liberte e por isso tem a boca amordaçada com um lenço que morde com força, expondo todo o seu descontentamento.
Jackie aceita a revanche e toma o lugar da amiga tornando-se vitima.
Para quem gosta de ver mulheres se algemando o vídeo toma contornos pra lá de especiais, com lindos closes de pulsos se contorcendo contra o metal.
E como a festa termina?
Num epílogo totalmente inesperado, um amigo de Sally que chega para buscá-la para um compromisso resolve castigar as duas colegas através de sua própria brincadeira.
O vídeo vai ao ar hoje para os assinantes do site acompanhado de um photoset de sessenta fotos fantásticas, onde as algemas são sempre o destaque.
É interessante focar alguns detalhes relacionados com esse fetiche.
As algemas de metal que funcionam como um combustível para os aficionados por este segmento, ao que tudo indica tem seus dias contados. Utilizadas como agentes imobilizadores passaram por aperfeiçoamentos ao longo dos anos, mas hoje já são consideradas objetos em desuso, principalmente após o aparecimento das algemas de plástico descartáveis bem mais baratas e também eficientes. Entretanto, sempre terão lugar cativo como objeto fetichista.

E como qualquer manifestação fetichista desafia o tempo, sempre haverá a possibilidade de encontrar algemas em sex shops. Prefira aquelas que vêm com chave, nada de travinhas que abrem com facilidade, capinhas coloridas de veludo que deixam o fetiche com uma cara de brincadeira infantil.
Se optar pela modernidade e por utilizar as tiras de plástico, comumente chamadas de fitilho ou abraçadeira, nunca se esqueça de deixar à mão um alicate de corte bem afiado, que possa cortar este objeto com um simples toque com a ponta.
Depois é só inventar a fantasia mais adequada.
Por que não?

Um excelente final de semana a todos!

Foto 1: Jackie (Algemas de Metal – Bound Brazil)
Foto 2: Natasha (Algemas de Plástico – Bound Brazil)

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Fetiche de Frente pra Câmera


A regra é a seguinte: buscar na internet um dos milhares de sites onde garotas se apresentam diante de uma webcam. Encontrar a parceira perfeita e através do chat conversar sobre o tipo de performance que você quer.
Até aí é tudo 0800, não paga nada e o papo é livre. Vale falar qualquer coisa, perguntar sobre o que rola no privê.
Depois de elaborar a cena imaginada, vá até o canal reservado onde só os dois têm acesso e ela realizará seus desejos preferidos. Pra isso, prepare o cartão de crédito e boa sorte.
Algumas meninas possuem estúdios aparelhados para fetiches, outras adotam a tática do improviso e utilizam o que estiver ao alcance para satisfazer as fantasias mais excêntricas.
É um mundo totalmente virtual, sem contato físico, mas com muitos adeptos que preferem o anonimato e de certa forma praticam seus fetiches.
Nesse universo de “vale tudo” fetiches incríveis circulam nas telinhas durante os papos. Dá pra ter uma noção do que essa turma pensa e deseja. Sobra putaria...
Cada menina coloca uma sinopse do que é possível fazer no canal privado, porém as propostas acontecem a todo o momento. Claro que existem aqueles gozadores que parecem moscas de padaria rodando de garota em garota enchendo a paciência com pedidos fora de contexto, mas a grande maioria leva o assunto a sério e mergulha de cabeça em busca da cena perfeita.
Em meio a tanta loucura, casais também se apresentam em performances de sexo explicito e fetiches. Muitos, porém, desconhecem totalmente os fetiches e precisam ser devidamente instruídos para que o resultado seja ao menos satisfatório.
Os preços são “salgados” e é preciso comprar créditos que serão gastos de acordo com a utilização. Cerca de trinta créditos saem pela bagatela de US$ 47,50 e o máximo permitido para a compra é de cento e sessenta créditos que custam US$ 253,38.
Cada garota tem um preço estabelecido para a apresentação e seus créditos devem ser administrados ou você ficará liso numa noite.
Se vale uma indicação, o site http://www.mycams.com permite que haja bastante bate papo antes de contratar a menina e o fetiche de preferência, em outros é preciso pagar antes para saber depois, por isso é importante pesquisar.
De brinde aos amigos, posto um vídeo de uma sessão de bondage na base do improviso tirado de um desses sites de webcam.
Pra quem gosta de vídeo amador esse tem tudo a ver.

video

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Bondage na Cama: lugar perfeito?


Ignore a posição preferida, pense apenas no lugar perfeito para uma boa prática de bondage.
Se este local for uma confortável e aconchegante cama de casal, bem vindo ao paraíso.
Não que seja um lugar único, mas posso garantir que é ideal.
Nada de ser exigente ou buscar contornos fotográficos para uma cena imaginária, pois basta a simplicidade, mãos e pés abertos atados à cabeceira e ao pé da cama.
Está pronta a receita...
A partir de então vale o poder de criação e você e sua parceira podem fazer tudo a que têm direito. Vá lá, anote umas dicas: roupa de colegial na menina. Sempre funciona, dá um clima de seqüestro retrô, daqueles que vagaram pela imaginação nos tempos da adolescência.
Se o ambiente estiver com a temperatura elevada, infernal mesmo, uma lingerie vermelha, rosa, branca ou negra, salto alto, meia de seda e umas velas para criar uma atmosfera sensual é a grande pedida. Seria a parceria perfeita entre a sexualidade e o fetiche, um encontro mágico capaz de gerar a pura energia.
A conclusão que se chega é a seguinte: mulher amarrada na cama é uma tentação e o clímax do fetiche de love bondage. É inegável. Se o distinto cavalheiro optar pela namorada pelada, como veio ao mundo, fique a vontade, porque em nada muda o cenário. Trajes sensuais apenas colocam mais lenha na fogueira.
Agora um conselho, se me é permitida a intromissão na fantasia alheia: viva o momento com tudo, sem pensar na realidade que existe e estará de volta assim que tudo terminar. Deixe os problemas do lado de fora do quarto, haverá tempo de sobra pra tratar de qualquer coisa depois.
Mergulhar na fantasia é a única maneira de obter um resultado perfeito.
De que adianta buscar a perfeição se o pensamento está voltado a fatos que nada têm a ver com o que se passa entre quatro paredes? Fantasia, o nome já diz tudo e é por causa disso que se monta todo um clima para sair da rotina.
Os mais ousados e com alguma experiência em posições de bondage, poderão optar por amarrações mais complicadas e eficientes, porém se a intenção é saborear o momento como um todo, creio que não faria tanta diferença assim.

Jamais se esqueçam que uma fantasia de bondage deve ser precedida de uma faca afiada ou tesoura sempre perto de quem está imobilizado. É um procedimento seguro e que deve ser encarado como essencial. Se alguma coisa anormal acontecer, haverá a possibilidade de reverter o quadro por quem está aprisionado.
Comece a conversar, bolar um roteiro e ponha a imaginação pra trabalhar.
As opções são inúmeras e quando duas pessoas adultas resolvem se embrenhar por esse caminho é o começo de uma grande aventura que viverá pra sempre na lembrança, sem importar o que venha acontecer.
Viver o presente é a melhor maneira de encarar o futuro sem medo e uma chance muito grande de ser feliz, por longos anos.
Basta tentar.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Perversão Sublime


Hello Crazy People!
O papo hoje é sobre festa.
E festa fetichista, das boas que acontecem de norte a sul o ano inteiro.
Vem aí à quarta edição da Festa Profania, em Fortaleza.
O slogan da festa tem tudo a ver com o que acontece durante o evento: Era uma vez... Em se tratando de fetiche esse evento tem mil razões para ser sublime.
E por que não?
Levada ao pé da letra essa perversão é um desvio para um caminho que só quem conhece freqüenta, saboreia, enfim, é a chance de reunir, de agregar e fortalecer. Aliás, nada melhor do que uma cidade maravilhosa chamada de Fortaleza para corroborar com minha pequena tese.
E o que estão preparando a Rainha Frágil e seu Escravo Roger para essa festa?
Tudo que existe de melhor no frágil reino: cenas elaboradas de dominação, feminização, bondage, podolatria, equipamentos e brinquedos sadomasoquistas, telões exibindo filmes temáticos, decoração de acordo com o evento e uma apresentação especial da Diva Tatiana Hilux.
É interessante estar atento aos descontos que a direção oferece para quem vier em “dress code” ou com trajes em preto ou vermelho. Vale olhar no flyer.
O local: Rua Rocha Lima 1186, Aldeota, Fortaleza, com estacionamento.
Então anote: dia 04 de Dezembro às 22:30hs.
I M P E R D Í V E L!

DA BOCA DO FORNO

Por falar em Dezembro, Papai Noel chega mais cedo no Bound Brazil.
Dezenas de novas atrações estão no forno e farão parte de um pacotaço que vale um pitaco aqui no blog.
Novidades e estréias fazem parte do “Cardápio” que o site coloca na mesa dos assinantes.
Wired Bondage: já conhece essa técnica?
Para quem nunca foi apresentado, consiste num trabalho de bondage onde a menina é imobilizada com fios elétricos. Diferente, dinâmico e de bom apelo visual.
Novos clipes, mais sensualidade, enfim, vale a pena ficar ligado no que vem por aí e está sendo preparado para manter o crescimento do nosso portal.

De brinde, uma prévia do vídeo da próxima Sexta.
Jackie e Sally Pepper, muita ação, bondage e...

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

iFetiche


Alegria.
Nem a falta de tempo me poderia fazer passar em branco quanto a essa idéia genial.
Vem aí o “iFetiche” da Lady Vulgata.
E você pode esperar seriedade, cultura e extremo conhecimento de causa.
Recomendo, e muito!

Ela disse:
“A novidade é a gestação (quase no final) do mais novo portal sobre fetiches do Brasil. Aguardem o iFetiche... Logo logo convido vocês pelo blog, pelo twitter, pelo orkut e por todos os meios que estiverem à minha disposição. Fiquem ligados!”.

E porque não dizer que o que vem da terra boa de Santa Catarina tem o aroma do sucesso? Claro, porque o vento do sul na certa escreverá mais um capítulo do fetiche por essas bandas.

Basta ficar atento.
Só me resta através dessa matéria saída a fórceps aceitar – com muita honra – o convite que me foi enviado para falar sobre bondage nesse canal.
LV: minha vida está de ponta a cabeça, estou em meio a um mar de trabalho que me toma todas as horas disponíveis, mas jamais me perdoaria se recusasse essa intimação.

Desde já convido a todos a participar e deixo o espaço aberto para tudo que venha desse portal.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

The Right Thing to Do


Já dizia o poeta: o tempo não pára...
Não importa a época, porque sempre estamos à procura do melhor, da coisa certa a fazer.
Hoje – feriado por aqui – estava vasculhando meus arquivos e achei uma musica que tem tudo a ver com aquilo que eu quero dizer. O clipe está no final do tópico e recomendo a quem conhece ou a quem nunca ouviu falar de Carly Simon.
E fetiche é uma dessas “coisas certas a fazer”, certo?
Ainda que aprisionado num canto secreto que somente a imaginação é capaz de descobrir, o fetiche pulsa, mora conosco quando despertamos e adormece para vivermos nossos sonhos.
Não é preciso praticar para entender, muito menos existe um grau de comprometimento com determinadas fantasias que saem do inconsciente para se tornarem reais. O fetiche é pessoal, pertence a cada um.
Então, voltando ao tempo em que a musica de Carly Simon liderava as paradas de sucesso pelo mundo afora, devo confessar que havia incertezas que ao longo dos anos se desvendaram. Ufa! Marquei um golaço... Mas poderia ser diferente e o tempo jamais parou pra me dizer o porquê.
Algumas vezes com a cabeça cheia de problemas escrevo aqui nessas páginas e penso nas pessoas que vão ler, porque se fosse de outra maneira alegrias e tristezas fariam parte de um conteúdo que não pode carregar meus problemas, pelo contrário, deve ser uma válvula de escape, pra mim e para todos que procuram entender sobre bondage e fetiches de forma livre e objetiva.
Por isso, relembrar os tantos anos que se passaram desde que escutei pela primeira vez essa musica maravilhosa, me faz refletir sobre medos, anseios e incontáveis alegrias que a vida me proporcionou. Isso é suficiente pra mandar qualquer problema às favas e ser feliz, ser fetichista, com um sorriso dentro da minha consciência.
Se hoje em dia assumo o fetiche e dou a cara à tapa, um dia vivi como um clandestino sem rumo, disfarçando sentimentos que eram a razão da minha felicidade, e não fui infeliz. Sabia que haveria a hora certa, que a brincadeira de Dr. Jekyll e Mr. Hyde chegaria ao fim. Por isso construí minha base, procurei alicerces que me capacitassem para que um dia tudo pudesse ter corpo e forma definidos.
É normal ter vergonha dos outros, da vida, da família, mas é inadmissível sentir vergonha de si mesmo.
Portanto, se vale um conselho a quem chega isso é tudo a dizer e a coisa certa a fazer.

GAGGED UNDER MY FEET!

O Bound Brazil hoje ataca de bondage e podolatria.
Fetiches que têm muito em comum, que conseguem reunir adeptos sem distinção.
E foi pensando nisso que bolei essa história e encontrei a pessoa certa para viver essa fantasia na tela: Mistress Scarlet.
Calçando belas botas negras, Scarlet amarra a linda Eduarda usando dois tipos de mordaça: seus pés perfeitos e suas meias de seda...
Quer mais?
Pois é, nada de efeitos especiais... A festa é a ao vivo e rola nesta noite com quize minutos de duração. Pra bondagista ou podólatra nenhum achar defeito!

Novos pedidos a cada dia estão fazendo do longa “Conspiracy” um sucesso de publico e critica fetichista especializada no estilo “Damsels in Distress”.
Adquira agora a versão em DVD com ótima resolução pelo link: http://www.boundbrazil.com/vault.pl

Um excelente feriado e fim de semana a todos!

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Até onde vai a sua ousadia?


“Public Disgrace”: normalmente é assim que se denomina quando uma manifestação fetichista onde exista dominação e submissão é exibida em público.
Puro exibicionismo ou ousadia?
Alguns acham ofensivo o ato de realizar publicamente uma fantasia que normalmente se manifesta entre quatro paredes. Pode até ser considerado atentado ao pudor, mas muitas pessoas têm o desejo por praticar atos fetichistas ou sexuais a olhos vistos.
Masturbar uma mulher num coletivo e deixá-la chegar ao orgasmo bem devagar para ir chamando a atenção aos poucos de quem passa. Existem casos reais, comprovados por fotografias de fetichistas que se divertem com esse tipo de fantasia.
Humilhação pública, pessoas que adoram ser mandados, ofendidos ou açoitados na frente de dezenas de boquiabertos espectadores que não entendem a razão do prazer de quem pune e muito menos de quem aceita esse tipo de situação.
São inúmeros casos que se tem noticia.
Um casal de fetichistas, ela dominante e ele submisso. Praticantes e assumidos, colocam o exibicionismo como ponto alto da relação. Ele empurra o carrinho de compras no supermercado, catando pelo chão os produtos que ela escolhe, já que ela se nega a colocar no cesto qualquer artigo que retira das prateleiras.
Numa sapataria, ela entra decidida e escolhe um belo salto para acentuar sua elegância. Estimulada por ele, que tem paixão por ver sua musa cada vez mais bonita com jeito de mandona, ela experimenta o sapato e diante de todos, clientes e vendedores, o obriga a deitar-se e ato continuo realiza uma sessão de trampling, caminha sobre seu corpo, machuca e salta sobre seu peito sem a menor cerimônia.
Pode parecer estranho, mas é assim que esse fetiche funciona.
Praticar atos libidinosos em logradouro público, tendo a certeza absoluta que existe alguém observando, leva esses fetichistas a ter o prazer multiplicado e a fantasia realizada, mesmo que as terceiras pessoas envolvidas estejam presentes ao acaso, sem nenhuma combinação prévia.
Essas práticas não surtem o mesmo efeito em clubes de swing onde a assistência tem lugar comum. O que vale mesmo é o improviso, a busca da cena perfeita sempre será a próxima atração.

Transar encostado numa parede de uma Rodoviária, na escada de um prédio de muito movimento onde se escuta passos bem próximos, conversas no rol dos elevadores, trazendo a sensação de que a qualquer momento haverá o flagra, a desgraça publica para ambos.
Grande parte desses “perigos” não passa da imaginação fetichista das pessoas, entretanto alguns os põem em prática e se aventuram nessa fantasia perdendo até mesmo qualquer tipo de noção.
Vale aquele velho ditado: trair e coçar é só começar...
E quando começa vem sempre a vontade de tentar outra vez, criando um abismo entre fantasia e realidade que ninguém consegue explicar, ou entender.
Normalmente os fetiches são assim. Nada se explica, eles aparecem e se fazem presente ao longo da vida. Sabendo lidar com eles é muito bom praticar, mas se houver um limite para a ousadia é melhor respeitar.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Enfermeiras


É inconteste: mulher vestida de enfermeira é um tesão.
E quantas fantasias podem ser criadas com essas damas de branco, gorro na cabeça e estetoscópio pendurado no pescoço?
Seqüestrar uma enfermeira, talvez dentro de um ambiente hospitalar ou ser capturado por ela, sendo vitima de suas idéias malignas?
Como diria um grande amigo, taí uma jogada de sentido dúbio...
De repente o sujeito se imagina como um paciente internado, há dias, com a mente cheia de pecado pronto a explodir. Então, mansamente tem aquela linda enfermeira que vem todos os dias, com um sorriso nos lábios e na mesma hora tudo que ele queria ter era um bom rolo de atadura para deixá-la à feição, amarradinha e indefesa pronta para o bote.
Ou o fetiche poderia rolar de forma inversa e a enfermeira desta vez chegaria com claras más intenções, amarraria o cara realizando todos os sonhos submissos que rondassem seu pensamento mais secreto...
Na verdade, a forma não importa porque mulher vestida como enfermeira já significa a própria fantasia. O que vier a seguir fica por conta da imaginação.
Claro que estamos falando de fetiches e fantasias, portanto, nada de conseguir uma internação numa clinica para agarrar a primeira enfermeira que aparecer. Tudo deve seguir o principio consensual.
Como bondagista fiel e convicto é fácil de imaginar quais seriam as minhas intenções tendo uma bela enfermeira à disposição. Porém, pensando de forma democrática, vamos buscar algumas dicas de como se comportariam outros fetichistas diante de uma dominatrix com esses trajes.

Castigos por desobedecer a ordens médicas, exames severos de toque retal e um leve spanking para não fugir à regra. E como me lembra um amigo submisso, nem é necessário que tal fantasia aconteça num ambiente hospitalar porque nada impede que uma enfermeira atenda seu paciente no conforto de seu lar. Certo?
Apaixonados por meias finas de seda, saltos e outros acessórios também encontram emoções nesse segmento, pra isso basta ter um pouco de criatividade e bolar a roupa de enfermeira perfeita, que caiba na medida certa de seus sonhos.
Portanto, anote essa dica e vá em frente.
É sempre bom apimentar as fantasias e tornar a relação cada vez mais “caliente”.
Quem sabe em breve não produzimos um filme do Bound Brazil com uma bela enfermeira amarrada e amordaçada numa cama de hospital?
Na certa será um néctar...
Por que não?